Chamar deputado de mentiroso sem provas gera indenização
15 de agosto de 2007 13:02Chamar alguém de mentiroso em público e sem provas gera indenização. O entendimento é da 3ª Turma do Superior Tribunal de Justiça.
Chamar alguém de mentiroso em público e sem provas gera indenização. O entendimento é da 3ª Turma do Superior Tribunal de Justiça.
O presidente Lula comparou a crise aérea com metástase, quando o paciente que sofre de câncer em um órgão descobre que há ramificações da doença pelo corpo. O presidente está perto do diagnóstico correto, mas, não sabe o tipo de câncer. O nome é loteamento de cargos.
O Ministério da Justiça negou nesta terça-feira (14/8) que a Polícia Federal do Ceará venha sofrendo racionamento de combustível, como publicou a revista Consultor Jurídico na segunda-feira (13/8).
A nova lei de entorpecentes, em vigor desde 2006, repete de forma mais eficaz a delação premiada para a produção de provas. A análise é do ministro do Superior Tribunal de Justiça, Gilson Dipp, um dos maiores especialistas do país no combate à lavagem de dinheiro.
O serviço de emissão de passaportes na sede da Superintendência Regional da Polícia Federal, na Praça Mauá, será encerrado no próximo dia 21, devido a transferência da Delegacia de Polícia de Imigração (Delemig) para novas instalações no Setor Vermelho, Terminal 1, do Aeroporto Internacional Tom Jobim.
Policiais federais da Delegacia de Repressão a Crimes contra o Patrimônio e da Missão Suporte prenderam na manhã de ontem Ricardo Bezerra de Jesus, conhecido da polícia pelo apelido de Ricardinho.
A maioria dos índices de criminalidade acompanhados pelo Instituto de Segurança Pública do Rio caiu durante os Jogos Pan-Americanos. Dos 17 índices medidos, 11 apresentaram queda em julho em comparação com o mês anterior. O Estado atribuiu a redução ao reforço policial enviado à cidade.
O megatraficante colombiano Juan Carlos Ramírez Abadía trouxe uma nova versão à Polícia Federal e à agência antidrogas norte-americana (DEA, na sigla em inglês) sobre o caminho utilizado pelo Cartel Norte do Vale para lhe enviar dinheiro do tráfico de drogas desde que chegou ao Brasil, há três anos.
Apenas três dias após ser solto, o empresário Arthur Wascheck Neto voltou para a prisão, por ordem da Justiça Federal. Ele é apontado como cabeça da quadrilha que fraudava licitações nos Correios e foi desmantelada pela Operação Selo da Polícia Federal. Wascheck fora libertado na quarta-feira e no fim de semana foi recapturado pela PF no Recife. Também por ordem judicial, foi recapturado o lobista Marco Antônio Bulhões, acusado de ser cúmplice de Wascheck nas fraudes para obtenção de contratos milionários na estatal.
Renan: "Os tensionamentos políticos, eventualmente, produzem discussões mais acaloradas que nossa serenidade gostaria"
O Departamento de Investigações do Crime Organizado (Deic) realiza uma operação nesta terça-feira para desmantelar uma quadrilha especializada em extorsão mediante a seqüestros. Os policiais procuram 40 pessoas envolvidas nos crimes.
O ex-deputado Lino Rossi (PP-MT), preso ontem (13) em Brasília, será transferido hoje às 16 horas para a Superintendência da Polícia Federal em Cuiabá, de acordo com a assessoria de imprensa da PF. O ex-deputado passou a noite na carceragem da Polícia Federal em Brasília, onde permanece até ser transferido para a capital mato-grossense.