Governo quer saber do povo o que é ética
12 de novembro de 2007 14:34Presidência da República vai apurar a confiança da população na conduta ética dos agentes públicos e as regras aceitas pela sociedade
Presidência da República vai apurar a confiança da população na conduta ética dos agentes públicos e as regras aceitas pela sociedade
A PF que o "disfarce" de 27 toneladas de arroz sejam doados a instituições.
A Secretaria de Direito Econômico (SDE), do Ministério da Justiça, abriu processo administrativo para investigar um cartel internacional de mangueiras marítimas. Estas mangueiras são usadas para transportar petróleo e produtos derivados para navios petroleiros e instalações petrolíferas na costa e em alto mar. A prática estaria causando prejuízos à Petrobras.
A Operação Araribóia, que combate crimes ambientais na Terra Indígena Araribóia, no Maranhão, mostra os primeiros resultados.
Terça-feira é o último dia para advogados dos quarenta réus acusados de participação no esquema do Mensalão entrarem com recurso no Supremo Tribunal Federal
A disputa agrária não é mais só entre latifundiários e sem-terra. Preocupado com os violentos confrontos entre os próprios movimentos sociais, que colocaram em lados opostos o MST, a Contag e a Fetraf, o Ministério do Desenvolvimento Agrário criou um núcleo para conter a disputa por áreas desapropriadas.
Sinopse manchetes dos principais jornais do país nesta segunda-feira, dia 12 de novembro de 2007.
Veja os destaques das revistas Carta Capital, Época, IstoÉ e Veja da semana que se inicia nesta segunda-feira, dia 12.
O Credit Suisse divulgou nota em que "nega veementemente as alegações que têm sido veiculadas na mídia local de que o banco estaria envolvido em esquemas ilegais". O banco está sendo investigado sob suspeita de envolvimento em sonegação de R$ 1 bilhão.
Segundo delegado, há "prova testemunhal" de caixa 2; suspeita é de desvios para campanha do deputado Dirceu Dresch (PT)
Entidade, ligada ao grupo da senadora Ideli Salvatti, diz não reconhecer documentos em DVDs do inquérito, onde aparece a anotação "Cx II"
A Polícia Federal desmontou ontem uma quadrilha acusada de furtar R$ 27 milhões da Previdência no Rio. Dois homens, um deles um policial aposentado, foram presos em flagrante fazendo saques em uma agência do Banco do Brasil na Abolição, zona norte do Rio, em nome de segurados já mortos.
A morosidade do sistema judiciário brasileiro funcionou como estímulo para que bancos suíços usassem doleiros para fazer remessas ilegais de recursos para fora do país. A interpretação é da procuradora da República Karen Louise Jeanette Kahn, que atua nas investigações que a Polícia Federal realiza contra o Credit Suisse, o UBS, o AIG Private Bank e o Clariden Len.