Abadía usava dinheiro vivo e agia em São Paulo, Porto Alegre e Curitiba
9 de agosto de 2007 10:00Três células compunham o esquema de lavagem de dinheiro do colombiano Juan Carlos Ramírez Abadía no Brasil. O grupo usava malas de dinheiro para pagar por imóveis, carros e lanchas, que o chefão usava pouco, pois vivia recluso. Um exemplo é que a lancha de 52 pés (cerca de 17 metros) mantida em um condomínio em Angra dos Reis foi usada só uma vez pelo colombiano.
